Maithuna é um acontecimento derivado da naturalidade
da existência.
Não há planos, nem mesmo regras. E bem certo que não
ter regras é uma regra. Mas há um conhecimento
subjacente atrás destas palavras e este conhecimento ou
esta nota fundamental é a essência, a nota tônica.
A nota tônica é o feminino. Não necessariamente a
mulher, pois esta, especialmente na civilização moderna
masculinizou-se muito. Esta masculinização não foi de
modos e maneiras, mas de energia.
O Maithuna acontece, o sexo se faz.
Nada há nada para ser feito.
O Maithuna surge do silêncio. Não provém de teorias,
crenças e nem tampouco de conhecimento.
O "fazer" pertence ao masculino e o "ser" ao
feminino.